quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Aplicativos que podem ser usados no atendimento de crianças com TDAH e Autismo



        Alguns aplicativos no atendimento de  crianças com Transtorno déficit de atenção/ hiperatividade (TDA/H) e Autismo. Os aplicativos abordam as Atividades de vida diária (AVD), como cortar cabelo, colocar roupa, escovar os dentes, ir ao banheiro, preparar lanche, etc. Na prática, esses aplicativos além de serem muito divertidos, ajudam as crianças a compreenderem as etapas das atividades envolvidas, como desempenhá-las, o porquê de desempenhá-las.
         Toca Hair Salon- esse aplicativo simula a ida a um salão, no qual a criança escolhe um personagem e pode fazer nele o que desejar, cortar o cabelo, pintar o cabelo, secar com toalha e secador, lavar o cabelo, pentear, fazer penteados, etc. No final ainda pode-se tirar um foto de como ficou o resultado final.
         Hair Xmas- esse aplicativo é bem parecido com o “Toca Hair Salon”, porém com o tema de natal.
      Pepi Bath Lite- esse  aborda as AVD no banheiro, como: escovar os dentes, lavar a mão, cortar unha, pentear o cabelo, utilizar o vaso sanitário e tomar banho. Além disso, tem a parte de lavar roupa. Outra coisa interessante, é que os personagens são uma menina e um menino.
      Toca monsters- esse aborda a preparação de refeições. Tem dois personagens (que são monstrinhos), no qual a criança escolhe e prepara a refeição para ele. Tem várias opções de ingredientes.
     
      Fairy Tales- esse aborda o vestir e escolha de roupas. Os dois personagens são uma garota e um garoto. Possui uma variedade grande de roupas e acessórios.
       Os aplicativos são compatíveis para iPad e iPhone, alguns estão disponíveis de graça na app Store, outros tem a versão de “teste” (que já da para trabalhar bastante) de graça e a versão completa por $1,99. Alguns dos aplicativos também são compatíveis para Andróide.
Alessandra Regina S. A. Aguiar
Acadêmica do 10período de Terapia Ocupacional da UFMG
Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
alessandrareginaa@gmail.com

quarta-feira, 29 de maio de 2013

TECNOLOGIA 52 sites que divertem e ensinam - 7 educadores avaliarem os principais


Sites com conteúdos educativos para crianças.


Do Site: Educar Para Cresce
Veja o que elas descobriram
Texto Marina Azaredo



Seu filho faz parte da chamada "geração Y". Também conhecida como geração da Internet, ela é composta por nascidos depois da década de 80 e tem como principal característica o seu crescimento em uma época de grandes avanços tecnológicos. Isso quer dizer que o computador faz ou fará parte da rotina dele (como a TV talvez tenha feito da sua). "As crianças e os adolescentes de hoje são nativos do computador e da internet. Já os adultos são imigrantes. São relações muito diferentes", afirma Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo.
Um dos principais símbolos dessa nova geração é justamente a internet. Seja ela via computador, seja via celular. A pesquisa Kids Expert 2008, encomendada pelo canal infantil Cartoon Network, mostra que 60% das meninas entre 7 e 15 anos ficam entre 30 minutos e quatro horas por dia conectados. Entre os meninos, o percentual é de 55%. Mais de 6 500 crianças foram entrevistadas no ano passado.

E o que essas crianças e esses adolescentes fazem na rede? Essa mesma pesquisa mostrou que eles passam boa parte do tempo em programas de mensagens instantâneas e redes sociais, como Orkut e Facebook, conversando com amigos e visitando álbuns de fotos - passatempos que não necessariamente acrescentam algo à formação intelectual.

O tempo passado na Internet pode ser voltado para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Há diversos sites que incentivam o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, ampliando o seu universo cultural. Combinando informação com diversão, eles são, também, um excelente passatempo, que podem entreter e divertir os jovens. "Há conteúdos muito ricos na internet, para todas as idades. Acessando sites adequados para a faixa etária, crianças e adolescentes poderão aproveitar o que há de melhor na rede", diz Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.

É justamente por isso que os pais devem participar mais dessa navegação, dessa exploração do mundo, orientando os filhos e fazendo uma mediação durante os momentos em que ele usa o computador. Mesmo em sites seguros, de conteúdo educativo, pode haver "falha" na segurança. Sites voltados para crianças com comunidades que possibilitam a interação entre os internautas, por exemplo, precisam de moderação e de um bom sistema de cadastro. "Um dos maiores perigos da internet é a pedofilia. Em comunidades e sites de relacionamento, as crianças correm risco de se relacionar com pessoas mal intencionadas", alerta a educadora Luciana Allan, diretora técnica do  Instituto Crescer para a Cidadania.


Outra recomendação dos educadores é que os pais atentem ao excesso de publicidade em determinadas páginas - há um projeto de lei em tramitação no Congresso que proíbe qualquer tipo de comunicação mercadológica voltada para crianças. "O apelo ao consumo por parte das crianças é algo condenável", afirma Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP. Também é bom prestar atenção no tempo passado em frente ao computador. "É preciso evitar que o computador se transforme em uma babá eletrônica. Ele deve ser apenas um dos muitos recursos usados na Educação de crianças e adolescentes", recomenda Helena Cortês.

A equipe do Educar para Crescer fez uma lista de sites educativos para crianças e adolescentes e solicitou a avaliação de sete especialistas em Educação:

•Adriana Bruno, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

• Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS

•Humberto Estevam, diretor de ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM)

• João Luís de Almeida Machado, doutor em Educação pela PUC-SP e coordenador pedagógico da Escola Moppe, em São José dos Campos (SP)

•   Luciana Allan, diretora técnica do  Instituto Crescer para a Cidadania

• Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP

•Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo

Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelos educadores. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!



Para visitar clique nos links abaixo:



















Livro Clip 

O que é: O site Livro Clip traz informações sobre livros, incluindo animações sobre as obras, trechos, biografia do autor e uma seção que transforma o livro em material pedagógico para uso dos professores em salas de aula do ensino fundamental, médio e superior.


Para quem: Adolescentes de 14 a 18 anos são os que mais aproveitarão o conteúdo do site.


Não perca: As animações sobre as obras, que podem ser postadas em outros sites e blogs.


Palavra da especialista: Para Luciana Allan, do Instituto Crescer para a Cidadania, o site "pode ser uma boa fonte de referência para mais informações sobre importantes obras da literatura, assim como sugestões de atividades para os professores".

Verifica aqui:


Livro clipe - Iracema - José de Alencar

Ludotech

Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica

Meleca

Migux

Mosaico.Edu

Mundo do Sítio

Nova Escola

O Pequeno Cientista

Orisinal

Os Abelhudos

Pequeno Artista

Pintores Famosos

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tablets











Não há dúvidas que a tecnologia vai substituir o papel, tudo é questão de tempo.
Muitas escolas no Brasil já planejam e muitas testam o uso do tablets como ferramenta de auxílio ao processo. Estimam-se que, pelo menos 50% das escolas já fazem algum tipo de uso de tablets em salas de aulas e bibliotecas.
Os Tablets educacionais se forem utilizados de forma hábil e com objetivos claros, podem significar uma grande transformação na educação em todo o mundo. O empenho dos professores nessa nova transmissão dos conhecimentos pedagógicos é fundamental para que ocorra uma reforma educacional.
As escolas precisam levar em consideração alguns aspectos pedagógicos e econômicos, quanto ao uso dos tablets educacionais:
-Fazer uma prospecção dos aparelhos mais adequados à realidade da escola. Considerar recursos e simplicidade de uso é fundamental para esse processo dar certo.
-Não adianta começar a usar tablets a partir de séries mais avançadas. Considere começar com as crianças do ensino fundamental I e II, afinal eles serão os alunos do ensino médio amanhã.
-Escolham os aparelhos analisando os aspectos técnicos, como resistência, tempo de bateria, capacidade de processamento e principalmente qualidade da tela, observando a capacidade de toque e caneta capacitiva para escrita. Lembrando que o aparelho mais barato ou o mais caro e da moda não devem ser aspectos a serem considerados.
-A escola não deve obrigar o uso de aparelho X, porém, pode recomendar aspectos técnicos como compatibilidade com sistemas operacionais e aplicativos, além de aspectos de usabilidade e acessibilidade, obrigatórios ou opcionais. Estes aspectos devem ser amplamente divulgados e esclarecidos aos país e comunidade escolar.
-As escolas devem investir em um serviço wireless de boa qualidade afim de atender a demanda dos aparelhos conectados. Não usem rádios wireless domésticos para fazer a rede, pois eles tem limitação de quantidade de usuários suportados simultaneamente.
-Os alunos devem ser preparados para receber a novidade. Professores, levem em consideração que eles já nasceram em uma era onde tudo é conectado, você vai se surpreender. Procure balancear o uso do aparelhos com atividades corriqueiras às aulas que você já ministra.
Apesar das crianças já estarem adaptadas com as novas tecnologias, o uso dos tablets devem ser apresentados de forma gradativa para que elas possam ir desenvolvendo semestre a semestre seus conhecimentos, até o uso dos tablets se tornarem tão comuns quanto os livros tradicionais.
-Os professores das séries fundamentais devem incentivar o uso de aplicativos para desenhos, escrita, caligrafia, colorir, matemática, ciências, história. Muitos desses aplicativos são gratuitos, mas com a entrada das escolas nesse mercados, muito em breve, vão existir lojas específicas para sala de aula com soluções mais elaboradas e com certeza de melhor qualidade pedagógica. É muito importante que você professor se mantenha atualizado e adquira um tablet para se inserir de corpo e alma nessa novidade.
No Brasil milhares de escolas em todo o país já realizam experiências e planejamento de uso de tablets em seu dia a dia. Porém como foi dito na entrevista do professor, em países como Estados Unidos, movidos pela pressa e necessidade de sair na frente, algumas escolas cometem deslizes, e se precipitam. É fundamental não fazer nada antes de discutir amplamente as etapas de planejamento com toda comunidade escolar. Contratar consultorias pedagógicas com experiência na área é uma alternativa.
Por que e o que os fabricantes devem pensar nas escolas na hora de projetarem seus tablets?
Uma das grandes demandas das escolas é que os tablets voltados para seu mercado tenham características específicas que facilmente podem ser alcançadas por grande parte dos modelos desde que alguns aspectos sejam observados.
Aspectos que devem ser considerados em um hardware feito para estudantes:
-Modelos com carcaça emborrachada não é obrigatório mas é um diferencial que pode determinar muitas vendas;
-Telas capacitivas com alta sensibilidade ao toque afim de permitir uma melhor manipulação e a escrita livre. Softwares que permitam interação com a escrita como adicional é um bom diferencial;
-Baterias com duração superior a 6 (seis) horas de uso contínuo, já que esse é o tempo médio que espera-se usar um dispositivo no ambiente escolar. Baterias ecológicas e com grande tempo de duração ou mesmo possibilidade de carga solar ou mecânica, também são diferenciais de valor.
-Telas com tamanho de 8 (oito) e 10 (dez) polegadas são adequadas. As de 8 (oito) polegadas para uso por crianças menores de 10 (dez) anos, e as de  10 (dez)  polegadas para crianças acima dos 10 (dez) anos de idade.
-Compatibilidade com sistemas x32 (32bits intel) afim de garantir compatibilidade com aplicativos e sistemas operacionais educacionais livres ou proprietário pré existentes.
-Funções simples, sem exagerar no excesso de informação (afinal muita informação gera desinformação). Poucos botões e recursos de acessibilidades (leitores de tela).